Não se constrói castelos com arenito, o granito que veio do seio da Terra é mais resistente e condiz com sua fortaleza.
Não se passa por uma floresta densa a noite, os animais que ali residem procuram suas presas ao anoitecer.
Não há nada mais significativo que a prudência. Passam-se os anos, as eras, os ciclos e nada menor do que a perfeição se manifesta. Aquilo que é guardado nos registros não se perdem com um incêndio ou enchente, mas antes é liberto de qualquer técnica que nesse instante se faz presente.
A prudência não é uma virtude, é um trabalho incessante e por vezes maculado pelo medo.
Os símbolos, signos, iconografias não são nada além de representações para uma mente incansavelmente pensante, distúrbios de significado, incoerências ou explicações de nada valem quando o que existe não é mais segredo e sim sagrado.
A prudência não obriga a deixar de se fazer algo, mas antes é motivo e motivação para a construção de castelos de areia para que a força e a resistência venham da liberdade e não da segurança.
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